Complexos Portuários, chegando pouco a pouco.

É visto que os demais estados brasileiros que possuem rota marítima mercantes, estão cada vez mais se inserindo no sistema logístico e portuário, por meio de parceria entre os demais portos e operadores portuários mundiais, trazem em suas malas a síndrome dos “Complexos Portuários”, uma infra-estrutura completa, proposta para os vários modais, infelizmente ainda que nosso país não possua estrutura suficiente e adequada para que tal situação fosse melhor aproveitada.
 
É visto também que os armadores trazem uma nova visão de logística integrada, tornardo-se os próprios operadores portuários, Haja vista que isso já acontece em alguns de nossos portos, já algum tempo. Fica aqui uma pergunta até onde isso seria benéfico para a classe trabalhadora? E também. Até onde é satisfatório para os operadores portuários que aqui permanecem em véspera do fim de suas concessões?
 
A tecnologia vem chegando a passos largos, movimentando a economia do país, por meio de Joint’s muitas empresas estrangeiras, tentam de varias formas, fincar seus projetos aqui em nosso país, ou melhor em nossos portos. Situação essa já anunciada, não poderia ser diferente, que isso fosse acontecer. onde já ocorre nos portos com o maior número de movimentação, chamados portos concentradores de carga, diminuindo assim o tempo e custos das rotas mercantes. Em exemplo, simples, poderíamos citar, já para esse ano o Porto de Santos, que vem tendo uma queda considerável em sua movimentação de cargas tanto de granéis sólidos como granéis líquidos, mesmo com veiculações de valores estrondosos de recordes. O Porto de Santos mesmo trabalhando em suas duas margens, o maior porto da América latina, vem  sofrendo e perdendo espaço, aos demais portos e estados, citamos brevemente os estados de Santa Catarina e Espírito Santo, que estão se tornando rota viável, por seu baixo custo de operação e por demais benfeitorias.
Com uma diminuição considerável da sua movimentação, é visto que o Porto de Santos, não possue mais aquilo que chamavamos de gargalo logístico, ao acesso que acontecia na entrada do portp. Em tempo de entressafra,  não são mais vistos nas rodovias aquelas filas imensas em seu acesso via sistema Anchieta e Imigrantes, rodovias obrigatórias para a chegam de produtos para importação e saída para exportação.  Sabemos que o governo vêem trabalhando para que isso não ocorra, pois não existe mais preocupação para essa situação.
Pois as diversas cargas dos diversos setores, são peça polivalentes e fundamentais para a sobrevivência do porto. Esperamos com isso, que o Governo Federal, tenha uma ação afim de trabalhar melhor a chamada Nova Lei dos Portos, sempre para a melhora. Pois não sabemos até quando, as empresas que aqui permanecem com seus investimentos em infra-estrutura, poderão esperar e aguentar, pois o porto não pode parar. Não queremos inovações exorbitantes, queremos sim é manter nossos empregos. Pois é claramente visto que os demais estados possuem um plano de estratégia e a visão, que os próximos anos deverão ser cruciais para que fassamos o pais uma nação mais forte e competitiva.
 
 
 
 
Publicado em: 04/07/2013 | Atualizado em: 04/06/2015
por: Luiz C Oliveira (Colunista)
 

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