IATA: carga aérea acelerou em Novembro

IATA: carga aérea acelerou em Novembro...

O mercado mundial de carga aérea voltou a crescer em Novembro, segundo a IATA. A subida homóloga foi de 8,8%, com a capacidade a aumentar apenas 4%). Foi o 16.º mês consecutivo em que a procura subiu mais do que a capacidade.

O crescimento do mercado em Novembro foi superior aos 5,8% de Outubro. “Apesar dos indicadores apontarem para que a carga aérea já tenha passado o pico de procura, esta permanece forte”, indica a IATA em comunicado.

O índice de Gestores de Compras (PMI, sigla inglesa), que mede as intenções de negócios internacionais, atingiu em máximo de sete anos no quarto trimestre de 2017, o que significa que o crescimento mantém o embalo para 2018, segundo a associação.

“A procura de transporte aéreo continua robusta. Novembro registou um crescimento anual de 8,8%, mantendo o impulso que fará de 2017 o ano mais forte para a carga aérea desde 2010. E há vários indicadores de que 2018 também será um bom ano. Em particular, a forte confiança dos consumidores, o crescimento do comércio electrónico internacional e a ampla recuperação económica global são motivo de optimismo à medida que nos dirigimos para o Ano Novo”, indica, em comunicado, o CEO da IATA, Alexandre de Juniac.

Todos os mercados regionais tiveram um mês de Novembro de crescimento face ao mês homólogo de 2016, de acordo com a IATA.

A Ásia-Pacífico registou um aumento de 8,1% na procura e de 1,2% na capacidade. Já as companhias aéreas da América do Norte registaram um crescimento de 9,6% nos volumes, contra uma subida de 3,9% na oferta.

A Europa registou, no mês em análise, uma subida de 9,9% na procura e de 4,7% na capacidade disponível. No Médio Oriente, a procura cresceu 6,6% e a capacidade aumentou 3,1%.

Na América Latina, a procura aumentou em Novembro último 9,4%, mas a capacidade subiu mais (11,1%).

Com uma subida de 17,5%, África foi a região mundial que mais cresceu face a Novembro de 2016 em termos percentuais. O pior é que a capacidade aumentou ainda mais: 24%.

 

 

Fonte: Transportes & Negócios

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