A carteira global de encomendas de navios porta-contêineres superou recentemente 15 milhões de TEUs e poderá se aproximar de 16 milhões até o fim de 2026. Os novos pedidos refletem uma mudança nas estratégias de armadores e companhias de navegação, com maior preferência por embarcações movidas a gás natural liquefeito (GNL), retomada dos modelos convencionais e perda de força do metanol como alternativa de propulsão.

Levantamento da consultoria Alphaliner mostra que os navios bicombustíveis a GNL concentram 56% da capacidade total em carteira, enquanto as embarcações preparadas para operar com metanol representam 12%. Já os navios de propulsão convencional respondem por menos de 32% das enco…

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