Hoje, o Porto de Santos celebra 134 anos de história marcada por conquistas, desafios e um papel estratégico para a economia brasileira. Em nome do Sindicato dos Estivadores de Santos, São Vicente, Guarujá e Cubatão, o presidente parabeniza todos os trabalhadores que dedicam seu esforço diariamente para manter o porto ativo e eficiente.
A data reforça a relevância do trabalho portuário e o papel do Sindicato dos Estivadores em proteger direitos, fomentar a valorização da categoria e contribuir para a história e o futuro do Porto de Santos, ao lado de todas as demais categorias que tornam o porto um polo de logística e desenvolvimento econômico para o país.
“Parabéns ao Porto de Santos, à estiva e a todas as categorias que trabalham incansavelmente para garantir que nossas operações portuárias funcionem com segurança e eficiência. Cada profissional, do embarque e desembarque à logística e à administração, é peça fundamental nesse processo”, destaca Bruno José dos Santos.
A história do sindicato se confunde com a própria trajetória da estiva no Brasil. Criada para atender à demanda de serviços avulsos de embarque e desembarque, a categoria conquistou, na década de 1930, sua formalização jurídica, consolidando-se como voz dos trabalhadores portuários. Miguel Costa, então Secretário de Segurança Pública, tornou-se patrono da estiva ao assinar a carta de registro do sindicato, reconhecendo a importância da união da categoria para a valorização de seus profissionais.
Sobre o Sindicato dos Estivadores.
O Sindicato dos Estivadores de Santos, São Vicente, Guarujá e Cubatão teve sua origem quando estivadores se negaram a subir a bordo no navio para executar o trabalho.
Os estivadores surgiram para atender a demanda de serviços avulsos exigidos com a chegada de navios para embarque e desembarque já que a manipulação de carga não era tarefa da tripulação. Como na época não havia tabela padrão que obrigasse a remuneração adequada, na década de 20 os estivadores criaram uma associação (Centro dos Estivadores), contudo a iniciativa era vista com maus olhos pelos políticos, assim proibiram que a classe se reunisse.
Os estivadores então se negaram a subir a bordo dos navios para executar o trabalho, a iniciativa teve apoio das Docas de Santos e de Miguel Costa, Secretário de Segurança Pública, que tomou a decisão de assinar a carta de registro do Sindicato dos Estivadores em 1° de dezembro de 1930. Miguel Costa se tornou patrono da estiva, recebendo a carteira de sócio benemérito número 1 juntamente com 150 estivadores considerados fundadores da entidade de classe.
Para mais informações acesse: https://www.sindestivasantos.com/

