A chegada de mais fenômenos climáticos extremos, como as mudanças causadas pelo El Niño, chuvas intensas, estiagens prolongadas e ondas de calor, impõem novos desafios ao setor produtivo. Para proteger as áreas de armazéns e produções logísticas e evitar perdas não planejadas, as empresas têm fugido das construções tradicionais e seguem optando por uma infraestrutura mais ágil e adaptável.

A principal alternativa que vem chamando atenção é a adoção de domos flexíveis infláveis, que cobrem amplos espaços sem necessitar de colunas internas. O descarte de pilares desembaraça e simplifica a circulação de caminhões e maquinários grandes. Na mineração e na indústria pesada, o formato também age no controle ambiental, já que preserva os materiais da chuva e controla a dispersão de poeira na atmosfera.

O diretor comercial da fabricante Pistelli, Hélio Pistelli, pontua que o cenário requer rápida capacidade de adaptação. “O avanço da tecnologia inflável está diretamente ligado à necessidade crescente de infraestrutura ágil e adaptável em diversos setores. Nos próximos anos, a projeção é de que essa demanda se amplie ainda mais, à medida que mais empresas reconhecem os ganhos de eficiência operacional proporcionados por esse sistema construtivo em comparação aos métodos tradicionais”, afirma.