O presidente do Sindicato dos Estivadores de Santos (Sindestiva), Bruno Santos, esteve em Brasília na última semana participando de compromissos institucionais e reuniões políticas paralelas, e também esteve presente no Summit TCU. A agenda incluiu encontros com autoridades federais e parlamentares, com foco na defesa da exclusividade do trabalhador portuário avulso.
Durante o evento, o dirigente teve a oportunidade de conversar brevemente com o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho. Segundo o presidente do sindicato, o diálogo serviu para reforçar a preocupação da categoria com possíveis mudanças no modelo de contratação do trabalho portuário.
De acordo com Bruno Santos, foi solicitado ao ministro que o governo federal acompanhe de perto as discussões em curso e atue para evitar qualquer medida que possa comprometer a exclusividade dos estivadores nas operações portuárias.

A presença em Brasília ocorre em meio ao debate envolvendo o acordo firmado pela federação com a FENOP e as discussões sobre o futuro da organização do trabalho portuário no país. O tema tem mobilizado sindicatos e lideranças do setor nas últimas semanas.
Além do encontro com o ministro, o presidente do sindicato também participou de reunião no gabinete do deputado federal Paulo Alexandre Barbosa. Durante o encontro, o parlamentar manifestou apoio à pauta apresentada pelos trabalhadores e reforçou a importância do diálogo entre governo, Congresso e entidades representativas do setor portuário.

A agenda do dirigente sindical na capital federal segue a mesma linha de articulação política adotada recentemente por lideranças do Sindicato dos Estivadores de Santos, que também estiveram em Brasília buscando interlocução com autoridades e parlamentares diante das discussões sobre o PL 733/25 e a exclusividade do trabalhador portuário avulso.
Para o sindicato, a presença nas discussões nacionais é fundamental neste momento de possíveis mudanças legislativas. A entidade defende que qualquer alteração na legislação portuária deve preservar direitos históricos da categoria e garantir segurança jurídica para os trabalhadores e para o sistema portuário brasileiro.

